Incorrigível: A História Desconhecida de Carlos Rates

 

texto:  Pedro Prostes da Fonseca

prefácio: Fernando Rosas

capa: Delfim Ruas

 

14,94

Sinopse

O temperamento indomável e a cultura política levaram José Carlos Rates (1879-1961) a ter uma importância histórica no movimento operário da Primeira República e na fundação do Partido Comunista Português, de que foi o primeiro secretário-geral. Mais tarde, abraçou a ditadura militar saída do golpe de maio de 1926, aderindo à União Nacional, o partido único do regime. Caiu, assim nos braços de Salazar, numa estranha cambalhota para a qual, indo ao fundo do seu pensamento político, se encontram algumas linhas de explicação, que este livro pretende revelar.

Críticas e imprensa

«Uma história imperdível e também trágica.».

Francisco José Viegas, Correio da Manhã

«Pedro Prostes da Fonseca dá-nos nesta biografia muita informação que nem os académicos tinham confirmado.»

Vítor Matos, Expresso

«Pedro Prostes da Fonseca revolveu os baús da história e escreveu em Incorrigível duzentas páginas daquilo que recuperou de uma biografia em muito perdida. […] A investigação permite conhecer bem a época em que Rates se movimentava: o fim da monarquia e a instauração da República. Também, através da obra literária de Rates, muito do cenário cultural do país. A ler.

João Céu e Silva, DN [ler o texto completo]

«O livro é uma forma de contrariar o apagão geral em que, durante quase um século, Carlos Rates esteve mergulhado. E a tentativa de superar o incómodo que o seu nome sempre provocou. […] A biografia nunca contada de Carlos Rates traça, pela pena de Prostes da Fonseca, o retrato de um “lutador” e, ao mesmo tempo, de um sobrevivente.»

Rosa Pedroso Lima, Expresso [ler o texto completo (para assinantes)]

«De fundador do PCP a militante da União Nacional de Salazar. Foi Carlos Rates um traidor ou o produto do seu tempo? O livro Incorrigível, de Pedro Prostes da Fonseca, ajuda a trazer luz sobre as sombras de uma personagem que até agora tinha merecido pouco mais do que notas de rodapé na história do comunismo em Portugal.»

Margarida Davim, Sábado [ler o texto completo (para assinantes)]

Pedro Prostes da Fonseca

Pedro Prostes da Fonseca

 

Nasceu em Lisboa em 1962 e iniciou-se no jornalismo em 1988, na Agência Lusa. Colaborou no semanário Expresso e nas revistas Sábado, Superjovem, Pais & Filhos, Clube de Empresários e Arquitectura e Construção. Editou as revistas Vela & Náutica e Arquitectura e Vida. Chefiou a redação do jornal Meios & Publicidade e o Gabinete de Reportagem do grupo Impala. Foi coordenador no jornal 24horas e no semanário Sol.  Como autor escreveu, no ano 2000, A História dos 4 Cantinhos (Paulinas); entre 2014 e 2016, A Porta para a Liberdade, O Assassino de Catarina Eufémia, Contra as Ordens de Salazar e Sangue Suor e Lágrimas (Matéria-Prima); em 2017, Dona Branca — A Verdadeira História da Banqueira do Povo (Dream Editora); em 2018, Ziguezagues na Política (Saída de Emergência) e Vida de Prisão (Fundação Francisco Manuel dos Santos); em 2019, Os Maiores Sobressaltos em Portugal (Oficina do Livro).

Informação adicional

Referência

9789898881366

Páginas

216

Formato

16×23,5 cm

Encadernação

brochado

Data de edição

julho de 2021